sábado, 27 de março de 2021

Donny uma História de Amor


 Já pensaram quantas vezes é necessário pensar que a vida é uma semente que fertilizando produz frutos? 

A vida é assim...

Pensamos...

Pensamos... 

Pensamos... 

Pensamos...

E quanto tempo leva para que pensemos? 

As vezes um olhar, outras vezes uma vida. 

EU tive a felicidade de ser por um olhar e para toda vida.

Bastou um olhar e "I Love You" 

Bastou essa vida e "Uma família surgiu". 

Que alegria é poder sentir o coração pulsar e os olhos aguarem de amor. 

Que alegria é poder transbordar uma vida. 

Neste sábado, isolados pelo segundo ano consecutivo, não teremos os amigos, os familiares, mas teremos a nossa família, o caçula Jhon, o do meio Rian e do primogénito Roberto, filhos que a vida nos brindou com muito amor. 

Pensamos...

Pensamos...

Pensamos... 

Pensamos e aí, se constrói um amor que transborda nossas vidas! 

Um encontro de almas. 

Um propósito de Deus que nos permitiu sermos a Família Barros Vianna. 

Parabéns Donny 





quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

2020 – O ANO QUE FALTOU AR


É chegado o fim de 2020!

Que ano difícil!

Quantas dores e lágrimas correram de nosso olhos por empatia ao próximo, ou mesmo, pela dor de vivenciar a falta de ar de nossos entes queridos!

O ar faltou tantas vezes, para tantos, que não suportaram o final da década.

Fomos criados para o futuro, para que a vida permitisse o passado, vivenciasse o presente, para que o futuro fosse próspero!

Próspero!?

Com hospitais repletos, haveria futuro favorável?

Os heróis de hoje, nossos médicos, enfermeiros, funcionários da saúde, doentes, distantes de suas famílias, lutando por um ideal, lutando por salvar vidas.

Do outro lado, a ausência de empatia. Hipocrisia!!!

Pessoas, personalidades debochando da dor, capitalizando a importância do dinheiro e desviando a atenção, e o dinheiro do povo, para espetáculos sem esmero.

A vida sendo ceifada. Famílias sepultando seus entes. E os hipócritas, não crendo na ciência, podendo desmerecidamente usar o poder, para salvar a vida dos seus entes e se esquecendo dos entes de seu povo.

Lamentável!!!

2020, não foi nada fácil! Nos distanciamos de quem amamos e nos isolamos. Escondendo nossos sorrisos e vendo cair dos olhos as lágrimas amargas.

Impossível falar de conquistas, neste momento. Pois as dores estão psicologicamente intrínsecas na nossa história.

E assim, 2020 foi cruel. E no momento mais cruel, sem direito de um abraço, mas respeitando o direito do outro, ouvimos e aprendemos a etimologia da palavra EMPATIA.  

Neste momento a Educação se fez necessária.

Mas,...

Como exigir empatia de pessoas que não tiveram acesso à Educação?

Como criar sistema de Educação remota, se os responsáveis não tiveram direito a Educação presencial?

E assim, a Escola teve que adentar na casa de todos, mas todos, não tinham como alfabetizar, o que foi privilégio de poucos tantos.

Os heróis da Educação se reinventaram, se recriaram, e tentaram, no que lhe é possível, chegar até seus alunos.

E pense que professores, diretores, funcionários de escolas lutaram, por ingentes heroísmos obscuros que somente Deus teve conhecimento, para suprir a ausência presencial de suas aulas. E a Escola foi vista pelos responsáveis que não é alfabetizar apenas, mais um local de sociabilizar. Como nossos filhos sentiram falta de suas escolas, de seus amigos. Porque reconhecem a importância dos pais, mais tem ciência exata da importância da Escola em suas vidas.

E o sufocamento de 2020 não parou apenas por falta de ar da espécie humana! Mas o planeta gritou pela falta de ar, gritou nas chamas de um sintoma considerado altamente angustiante e assustados, a dispneia governamental em zelar pelo meio ambiente, e o meio ambiente retribuiu, o fogo sufocou a fauna e a flora.

Seria o momento de refletirmos se a vida importa?

Vidas importam?

Nosso planeta transborda vida para a galáxia, mas será que valorizamos a vida?

Vidas importam.

Vidas Negras importam.

Poucos entendem o que é uma Falta de ar, e no ano da Pandemia, a asma que mais feriu nossos semelhantes foram atitudes de sufocamento, a falta de empatia sufocou Minnessota, Porto Alegre, tirou o ar de seus semelhantes por racismo, e mesmo sem ar, gritou-se ao mundo que “Vidas Negras Importam”.

Gritos de dor, falta de respiradores, falta de ar, uma corda sufocou, nas artes, o ator Flávio Migliaccio que como descrito em sua carta de despedida “Me desculpem, mas não deu mais. A velhice neste país é o caos, como tudo aqui. A humanidade não deu certo”, claro que descrevendo com clareza o que vivenciamos em 2020, onde o descaso com a vida humana foi o maior sufocamento que vivenciamos.

A arte aliviou o isolamento, as perdas, o ano de 2020. Mas se esqueceram que a arte precisa de vida, do artista para contribuir com o estado espiritual das pessoas e permitir que a humanidade consiga se entender por meio de seus significados. Isolados, artistas do mundo inteiro buscaram formas de acalentar nossas dores. Porque o choro se fez ouvir:

“Chora

A nossa pátria, mãe gentil

Choram Marias e Clarisses

No solo do Brasil”

E em solo Tupiniquim, depois da suspensão das atividades culturais, o desespero e a sanção e regulamentação de uma Lei para o Setor da Cultura chegou tardia, mas veio, veio para:

“A esperança equilibrista

Sabe que o show de todo artista

Tem que continuar”

Encerramos uma 202ª década ordinal, e o Brasil, Brazil, zil, sil....  

 

O Brazil não conhece o Brasil

O Brasil nunca foi ao Brazil

Tapir, jabuti

Liana, alamanda, ali, alaúde

Piau, ururau, aki, ataúde

Piá-carioca, porecramecrã

Jobim akarore, Jobim-açu

Uô, uô, uô

 

Pererê, camará, tororó, olerê

Piriri, ratatá, karatê, olará

Pererê, camará, tororó, olerê

Piriri, ratatá, karatê, olará

 

O Brazil não merece o Brasil

O Brazil tá matando o Brasil

 

Jereba, saci

Caandrades, cunhãs, ariranha, aranha

Sertões, Guimarães, bachianas, águas

Imarionaíma, ariraribóia

Na aura das mãos de Jobim-açu

Uô, uô, uô

 

Jererê, sarará, cururu, olerê

Blá-blá-blá, bafafá, sururu, olará

Jererê, sarará, cururu, olerê

Blá-blá-blá, bafafá, sururu, olará

 

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

 

Tinhorão, urutu, sucuri

Ujobim, sabiá, bem-te-vi

 

Cabuçu, Cordovil, Cachambi, olerê

Madureira, Olaria e Bangu, olará

Cascadura, Água Santa, Acari, olerê

Ipanema e Nova Iguaçu, olará

 

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

 

 

 

Citações

O Bêbado e a Equilibrista - Aldir Blanc, João Bosco

Querelas do Brasil - Aldir Blanc

sexta-feira, 27 de março de 2020

DONNY BARROS - "QUE PESSOA É ESSA? – UMA HISTÓRIA DE AMOR"


Na adolescência, quando ainda a vida florescia e parecia sem fim, estava eu me encantando com o sonho, objetivo que mais tarde iria vivenciar, mas sem grandes preocupações. Naquele momento, algumas dores já haviam existido em minha história, mas como naquele momento ainda era imaturo para as questões da vida, resolvi realizar, a coisa mais oportuna à adolescência, SONHAR!

Sonhar, mesmo que seja um sonho impossível, e neste desejo, como reflexo do histórico familiar, SONHEI. Num futuro sem efemeridade, mas que comportasse um amor, uma história de amor e uma família.

No entanto, a vida não é sonho e sim uma realidade que devemos dia a dia respirar, e, vivenciar da melhor forma possível. Assim segui meus passos.

A adolescência passou, a Juventude... também, e, de repente: o SONHO estava aparentemente distante, pois na fase adulta, o que era para ser um Paraíso, torna-se uma árdua realidade de tentativas, que carregamos do passado e que o presente nos faz, assim, meio de supetão, ver o futuro com foco de um dia de cada vez.  

E nesta fase, a vida parece atropelar, descompensar, desestruturar e desconstruir o que o adolescente tanto almejou. Pouco se respira o SONHOS.

Mas, a terra só pode produzir frutos, quando esta é zelada com carinho, com dedicação, e então, vem o amadurecimento e a percepção que só podemos colher o que semeamos, o que SONHAMOS, mesmo que seja impossível.

Descrente dos sonhos de adolescente, caminhei e assim percorri o caminho que a vida me propôs.

Foi então que algo inesperado aconteceu!  

O SONHO do adolescente estava ali, em minha frente, e o a vida fez sentido, me permitiu respirar profundamente, me deu uma dança de liberdade, uma música de encantamento, uma cena que jamais o tempo irá apagar. Dois olhares se cruzaram e um único sentimento, mesmo não tendo um balcão para ser eternizado, se eternizou.

A literatura emudeceu por alguns instantes, e, de repente, nada mais era como era antes. A erupção da vida tornou o adulto em um adolescente e em poucos momentos, após longo tempo de preparação, a terra que estava sempre sendo cuidada passou a desabrochar, o que era seco, molhou-se, o que era frio, aqueceu, o que era para ser somente, refletiu num grande espasmo que se espalhou em poucos minutos pelo coração, provocando assim uma grande cadeia de acontecimentos maravilhosos e o passado que parecia um fardo de desesperança, fez bilhar uma Super Nova, uma luz tão forte, que eclodiu por todas as galáxias existentes.

Desse momento, nasceu um duo, uma dueto tão lindo de se ver e ouvir que embalou os sonhos mais impossíveis e tudo o que era árduo e complexo, passou a ser leve e existente. 

Os que sentiram jamais esquecerão, pois é um sentimento eterno, poético e imortal.


Assim, o duo, criou um “CORUJITAR”, uma nova canção para embalar os SONHOS impossíveis escritos em folhas de uma linda dramatização.

E ao redigir os SONHOS, o duo permitiu SONHAR, realizar o que, lá no passado, nos tempos de adolescente, o Sonhador mais desejava constituir uma família, seguindo o exemplo de seus antepassados, e num piscar de olhos, num único momento da galáxia três novos cometas se formaram para completar um quinteto, que neste momento, isolados de todos, sem poder um abraço receber/dar, mas presentes no coração deles buscam a cura de um planeta terra.


Porque “Corujitar” é preciso! E VIVER é mais preciso ainda!!!


(Dedicado ao meu companheiro 
Doniran Mariano de Barros, Donny Barros 
pai de Roberto, Rian e Jhonatan)

#familiabarrosvianna

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Conservatório de Tatuí apresenta duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”


A peça, produzida pela Cia. de Teatro, aborda o amor de mãe e os conflitos que surgem quando o filho sai de casa em busca de seus sonhos

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – volta ao palco do Teatro Procópio Ferreira neste fim de semana com o espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”. A peça aborda os dramas e conflitos vividos por mãe e filho quando o mais jovem corta o cordão umbilical e sai de casa em busca de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas virtudes e suas falhas. Serão realizadas duas sessões: sexta, dia 18, às 20h00; e sábado, dia 19, às 18h00. A classificação é para 14 anos e os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro.
De acordo com o coordenador do grupo, Rogério Vianna, o trabalho é inspirado livremente na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini – dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase infantil”, destaca.
O espetáculo utiliza o recurso da metalinguagem, ou seja, é uma peça teatral que mostra os bastidores de uma produção teatral, onde os personagens são atores e também vivem seus dramas pessoais. Atores e personagens se fundem durante a peça, que traz drama, humor e muita música.
 A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí é um grupo pedagógico-artístico que tem em sua formação alunos bolsistas, professores e monitores. Suas atividades garantem aos estudantes a experiência de atuar ao lado de profissionais, constituindo-se uma ferramenta essencial na sua qualificação para o mercado de trabalho.
Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural CCR SPVias e Coop.
SERVIÇO
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação
Data: 18 de maio, sexta-feira
Horário: 20h00
Data: 19 de maio, sábado
Horário: 18h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Ingressos: R$ 12 (meia-entrada R$ 6)
Classificação: 14 anos





sexta-feira, 23 de março de 2018

Conservatório de Tatuí apresenta “Companhia Mambembe de Variedades”

O espetáculo produzido pela Cia. de Teatro aborda o amor de mãe e os conflitos que surgem quando o filho decide sair de casa em busca de seus sonhos

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – apresenta, nos dias 23 e 24 de março, o espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”. A peça trata das incertezas e dos conflitos que acometem mãe e filho quando este decide cortar o cordão umbilical e sai de casa em busca de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas qualidades e seus defeitos. Serão duas sessões, sexta e sábado, às 20h00, no Teatro Procópio Ferreira. Entrada gratuita.
De acordo com o coordenador do grupo, Rogério Vianna, o trabalho é inspirado livremente na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini –  dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios
desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase infantil”, destaca.

O espetáculo utiliza o recurso da metalinguagem, que leva o público a mergulhar no universo do teatro por trás das coxias. Na trama, os personagens são atores e se dividem entre a encenação e os conflitos pessoais. Atores e personagens se fundem durante a peça, que traz drama, humor e muita música.

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí é um grupo pedagógico-artístico que tem em sua formação alunos bolsistas, professores e monitores. Suas atividades garantem aos estudantes a experiência de atuar ao lado de profissionais, constituindo-se uma ferramenta essencial na sua qualificação para o mercado de trabalho.

Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural CCR SPVias e Coop.

SERVIÇO
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação
Data: 23 e 24 de março, sexta e sábado
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí

Entrada franca

quarta-feira, 21 de março de 2018

Música e teatro animam a agenda cultural do Conservatório de Tatuí


Vários grupos artísticos da escola se apresentam nesta semana, todos com entrada gratuita

O Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – oferece nesta semana uma agenda cultural bem variada. O Grupo de Choro se apresenta hoje, dia 20. O Grupo de Percussão toca na quinta, dia 21, e a Cia. de Teatro apresenta duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades, sexta e sábado. Todos os eventos com entrada gratuita.

O primeiro recital é com o Grupo de Choro, que se apresenta nesta quarta-feira, dia 21, às 20h00, no Teatro Procópio Ferreira. No programa, músicas de Ernesto Nazareth, Mauricio Carrilho, Luperce Miranda, Raul Silva, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e muitos outros.

Na quinta-feira, dia 21, às 20h00, será a vez do Grupo de Percussão subir ao palco do teatro. Entre as obras escolhidas, destacam-se “Pandeirando” de Douglas Gutjahr, “Gainsborough” de Thomas Gauger, “Prime time” de Felix Rühling e “Concerto para tímpanos e grupo de percussão” de John Beck, que terá solo do percussionista Luis Marcos Caldana, coordenador do grupo.

Além de todas essas opções de música, a Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí fará duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”, na sexta, dia 23, e sábado, dia 24, às 20h00. A peça trata das incertezas e dos conflitos que acometem mãe e filho quando o mais jovem decide romper o cordão umbilical e ir atrás de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas qualidades e seus defeitos.

A peça é inspirada na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini – dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase que infantil”, destaca o coordenador da Cia. de Teatro, Rogério Vianna.

Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí tem apoio cultural de CCR SPVias e Coop.

SERVIÇO
Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí
Alexandre Bauab Jr., coordenação

Data: 21 de março, quarta-feira
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca
Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí
Luis Marcos Caldana, coordenação

Data: 22 de março, quinta-feira
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo: “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação

Data: 23 e 24 de março, sexta e sábado
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca


Informações para imprensa:
Conservatório de Tatuí
Sabrina Magalhães – (15) 3205-8464 – comunica@conservatoriodetatui.org.br

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Gisele Turteltaub – (11) 3339-8162 – gisele@sp.gov.br
Gabriela Carvalho – (11) 3339-8070 – gabrielacarvalho@sp.gov.br
Stephanie Gomes – (11) 3339-8243 – stgomes@sp.gov.br
Damaris Rota – (11) 3339-8308 – drota@sp.gov.br
Marina Teles – (11) 3339-8164 – mteles@sp.gov.br




terça-feira, 6 de março de 2018

Eu em Mim

exausto de mim
de me ver e não ser
de ser e não permitir
de permitir e não acontecer

cansei de ser o cara
de explicar o que é inexplicável
de responder o que não tem pergunta
de encontrar o que é pra ser escondido

fadiguei-me de me cansar
de cuidar de mim depois de ti
de estar aqui e depois, pra mim
de responder você e se der pra mim

há um vazio
algo inexplicável
algo incompreendido
algo que se cura, antes machuca

exaustão

cansaço
fadigação
e eu em mim


Rogério Vianna, 06/03/2018

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Museu Paulo Setúbal recebe exposição de “Entre Lâminas e Pincéis” de José Carlos Cupperi

O Museu Histórico Paulo Setúbal, equipamento de cultura da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude, realiza na sexta, 02 de março, às 19h a abertura oficial da Exposição “Entre Lâminas e Pincéis” do médico e artista plástico José Carlos Cupperi.
A exposição “Entre Lâminas e Pincéis” produzida por meio de desenho, dobradura, recorte e aplicação formam o equilíbrio entre as cores e formas nos painéis/telas que há dois anos Cupperi vem reproduzindo para compor suas obras que iniciou por meio do papel sulfite branco e passou para o papel espelho colorido.
Há doze anos desenvolvendo a técnica da dobradura e recorte, Cupperi reuniu milhares de recortes de diferentes formas entre si. O artista contabiliza em seu acervo mais de 3.500 crucifixos recordados com características diferentes um do outro.
A delicadeza no confeccionar um recorte está no olhar aguçado do artista que desde criança teve grande apreço pela arte portuguesa, utilizada pela avó materna Maria Joana, para enfeitar as prateiras dos armários e cristaleiras. Com o passar dos anos o interesse pela reprodução da técnica foi tomando forma, e de um único plano o artista foi desenvolvendo habilidades para traçar mais planos num mesmo recorte, que ora com bisturi, ora com estilete, ora com tesoura produz centenas de formas.
Como um trabalho incentiva o desenvolvimento de outro, o artista foi aguçando a curiosidade em colar essas diversas formas num mesmo painel, numa mesma obra, equilibrando as cores e as formas numa composição que reflete a composição do artista, gerando obras que cria sentimentos dos mais diversos a quem a aprecia e que pode servir para compor os mais diversos ambientes.

A exposição “Entre Lâminas e Pincéis” fica aberta gratuitamente, de 03 de março a 06 de maio de 2018, de terça a domingo das 09h às 17h no Espaço de Exposições Temporárias do Museu Paulo Setúbal.

Sobre Cupperi

Dr José Carlos Cupperi é médico formado pela Universidade Federal do Paraná mas mesmo antes de ingressar na Universidade já se interessava pela pintura, seu primeiro quadro do ano de 1965 foi pintado sem ter havido estudo algum, por isso o artista é um autodidata e sempre veio desenvolvendo diversas técnicas. Essas habilidades e o olhar artístico o levaram a especialização em cirurgia plástica no Rio de Janeiro na década de 70. Durante anos sua principal técnica foi o óleo sobre tela. No final da década de 90 por passatempo começou a recortar papéis, coisa que era uma brincadeira de infância e desenvolveu incrivelmente essa habilidade evoluindo a cada "brincadeira". Com essa técnica começou a recortar e usar desses recortes para desenhar joias onde sua principal atenção dotou-se da extrema religiosidade do artista que tem centenas de recortes de crucifixos. Em 2015 sofreu um aneurisma e ficou em estado grave. Ao se recuperar voltou ao seu ateliê com afinco e decidiu juntar as técnicas de recorte de papel usando tesoura e bisturi com a pintura de óleo sobre tela. Aí criou-se a maravilhosa, colorida e alegre coleção que dá nome à exposição

CEU das Artes recebe palestra sobre Patrimônio Cultural: identidade, memória e técnica

O CONDEPHAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico de Tatuí em ação colaborativa com a Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude, realizam na quarta-feira, 28 de fevereiro, às 19h30, no Teatro do CEU das Artes a Palestra “Patrimônio Cultural: Identidade, Memória e Técnica”, ministrada pela arquiteta restauradora Fernanda Craveiro Cunha.

A palestra "Patrimônio Cultural: Identidade, Memória e Técnica" abordará aspectos imprescindíveis para a compreensão do conceito de Patrimônio como valor cultural, desde as iniciais discussões no século XVIII, até as mais atuais concepções. Trará ainda, a importância do conhecimento técnico na preservação e salvaguarda do Patrimônio através da apresentação de estudos de caso e dos princípios preservacionistas reconhecidos nacional e internacionalmente.

Segundo a presidente do CONDEPHAT, Maíra Barros “É fundamental que os membros do Conselho, bem como a comunidade local, aprofunde seus conhecimentos sobre o que representa o Patrimônio Cultural. Para tanto promoveremos o longo do ano palestras e bate papos com especialistas que atuam no segmento cultural, para que assim, Conselho e população tenham verdadeira ciência da importância de preservar e proteger os bens materiais e imateriais pertencentes a nossa cultura”.

Sobre a Palestrante: Fernanda  Craveiro Cunha

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU USP) em 2006, é Especialista em Conservação Preventiva pelo Instituto del Patrimonio Histórico Español de Madrid (atual IPCE), Pós-graduada em Gestão de Obras de Restauro pelo Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI/UFPE), e Mestre em Planejamento e Tecnologia com ênfase em Tecnologia de Construção de Edifícios pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Atua na área de preservação do patrimônio edificado desde 2004, tendo participado da empresa MRizzo Restauração, do Plano Diretor de Madrid pela empresa Mecsa (Espanha), da empresa Croma Restauro, do escritório Piratininga Arquitetos e da empresa Estúdio Sarasá. Integrou a equipe do escritório MLD Arquitetura e Restauro por quase 10 anos, no qual atuou inicialmente como arquiteta e posteriormente como sócia e coordenadora da área de Levantamentos, Diagnósticos e Tratamentos. É professora convidada do curso Gestão de Obras de Restauro pelo Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI) e autora do livro Pedra Fingida: protagonista invisível do centro de São Paulo, publicado em 2017 pela Refúgios Urbanos e GAPS Editora. Atualmente é diretora e sócia fundadora do escritório Estúdio BIC, voltado à realização de estudos técnicos do patrimônio arquitetônico e membro do ICOMOS Brasil – Conselho Internacional de Monumentos e Sítios.


Mostra itinerante do Museu da Língua Portuguesa passará por sete cidades em 2018


Primeira parada da exposição será em Tatuí, onde a Estação da Língua Portuguesa fica em cartaz de 23 de fevereiro a 24 de março, no Centro Cultural; entrada é gratuita

A exposição itinerante Estação da Língua Portuguesa, que leva na bagagem acervos do museu (atualmente em reconstrução), retoma sua viagem pelo interior de São Paulo e faz sua primeira parada em Tatuí, no dia 23 de fevereiro. A nova etapa da viagem traz uma mostra ampliada em relação às Itinerância anteriores, com novas atrações. 

A realização é do Ministério da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto. O patrocínio é da CCR, Instituto CCR, Vivo, Sabesp, EDENRED e Ticket, todos por meio da Lei Rouanet. O apoio na primeira cidade da Itinerância é da Prefeitura de Tatuí. 

“O idioma português é um dos nossos maiores patrimônios e o Museu da Língua Portuguesa, com sua itinerância, cumpre sua vocação de divulgá-lo e ajudar a preservá-lo. Mais de 95 mil pessoas já participaram dessa viagem e queremos ter muito mais visitações em 2018”, afirma o secretário da Cultura do Estado, José Luiz Penna.

 “Voltamos a viajar e com novidades, teremos um Totem na praça em frente ao acesso da exposição que é uma grande estrutura metálica com painéis que apresentam uma prévia do conteúdo e o segmento “O que nos une”, espaço que apresenta o Mundo Lusófono e que foi especialmente pensado e produzido para este tour pelas cidades paulistas” explica o arquiteto e sócio da Arquiprom, Fernando Arouca. 

A exposição gratuita e ampliada será inaugurada no dia 23 de fevereiro, a partir das 9h00, no Centro Cultural de Tatuí (Praça Martinho Guedes, 12), onde ficará em cartaz de segunda a sábado, das 9h00 às 17h00, até 24 de março - quando segue viagem para Santos. Posteriormente, Rio Claro, Taubaté, São Carlos e Bauru serão as cidades do estado de São Paulo que também receberão a Estação da Língua Portuguesa até dezembro de 2018.   

A Estação da Língua Portuguesa
A itinerância traz na bagagem conteúdos inéditos, que conversam com a museologia contemporânea e com a rica expografia de sons e imagens do Museu da Língua Portuguesa, que apresenta a língua portuguesa como patrimônios imaterial, viva e dinâmica, além de conteúdos já conhecidos pelo público.

Na área externa, a Torre Estação da Língua Portuguesa dá boas-vindas aos visitantes.  Em As Origens, uma instalação cenográfica remete à ideia de estação ferroviária e de viagem de trem. Versos de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Arnaldo Antunes, iluminados com LED em um painel metálico, convidam o público a entrar na exposição.

A viagem do idioma começa com um vídeo animação que mostra a formação da língua portuguesa e as rotas marítimas dos portugueses, que levaram o idioma para outras terras. Animação, narração e trilha sonora foram criadas especialmente para a mostra Estação da Língua Portuguesa. 

O vídeo "Sotaques", com texto "O Paraíso são os outros", de Valter Hugo Mãe, realizado pela Porto Editora e Miguel Gonçalves Mendes, com diferentes sotaques da língua portuguesa no mundo, abre o módulo O que nos une - ala composta por um painel interativo giratório, que apresenta dados dos países que fazem parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). São eles Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
Desembarque reproduz a Linha do Tempo do Museu da Língua Portuguesa com a construção do idioma no Brasil, desde a chegada dos portugueses e o primeiro contato com as línguas indígenas, até os dias de hoje. Como novidade apresentada nessa viagem, ela está atualizada trazendo mais uma década em que relembra o novo acordo ortográfico e destaca novas palavras e expressões que surgiram com a influência da internet e das redes sociais.

Na ala Os trilhos três monitores touchscreen mostram palavras que vieram de outros povos e foram incorporadas ao português brasileiro. Espaço Lusófono, especialmente dedicado aos professores, é composto pelo vídeo “Raiz Lusa”, no qual especialistas falam sobre a construção da língua portuguesa.

O módulo Falares Paulista mostra em uma montagem lúdica um diálogo hipotético e poético entre pessoas com sotaques característicos de 5 cidades paulistas.
Trecho de 12 poemas são projetados e os versos ganham vida em um trabalho gráfico desenvolvido especialmente para a mostra.

Vídeos que compõem o acervo da Grande Galeria do Museu da Língua Portuguesa são apresentados no módulo O Mundo da Língua. Nele o visitante termina sua viagem assistindo aos vídeos “Culinária” e “Danças”, que mostram a relação entre língua e cultura. 
Toda estrutura da exposição é transportada de uma cidade a outra em caminhões, pois a Estação da Língua Portuguesa foi projetada de maneira que possa ser desmontada e novamente aberta ao público em outro município em até sete dias.

Museu em reconstrução - Em 10 anos de funcionamento, o Museu da Língua Portuguesa recebeu cerca de 4 milhões de visitantes (319 mil destes em ações educativas). Primeiro do mundo totalmente dedicado a um idioma, trouxe ao país um novo conceito museográfico, que alia tecnologia e educação. Com uma narrativa audiovisual e ambientes imersivos, permitiu aos visitantes descobrir novos aspectos do idioma, elemento fundador da cultura do país.

O Museu foi atingido por um incêndio em dezembro de 2015 e atualmente está em reconstrução. A obra está dividida em três etapas: o restauro das fachadas (concluída) e da reconstrução da cobertura do edifício, o restauro dos pátios e torreões (iniciada em setembro de 2017, agora em andamento), a obra do interior do prédio. Por último, terá início a instalação da museografia. A previsão de reabertura é 2019.

O Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura do Estado, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Tem como patrocinador máster a EDP, patrocinadores Grupo Globo e Grupo Itaú e apoio do Governo Federal, por meio da lei federal de incentivo à cultura. O IDBrasil é a organização social responsável pela gestão do Museu. Site: museudalinguaportuguesa.org.br Redes Sociais: museudalinguaportuguesa

Serviço Estação da Língua Portuguesa em Tatuí
Data: De 23 de fevereiro a 24 de março.
Horário: de segunda a sábado, das 9h às 17h.
Local:​ Centro Cultural de Tatuí (Praça Martinho Guedes, 12).
Entrada gratuita  

Agendamento  – Museu Histórico Paulo Setúbal
e-mail: museupaulosetubal@tatui.sp.gov.br
Telefone: (15) 3251-4969 de segunda a sexta das 11h às 17h

Informações para imprensa
Comunicare
(11) 5594 4174

Secretaria da Cultura do Estado – Assessoria de Imprensa
Gisele Turteltaub | (11) 3339-8162 | gisele@sp.gov.br
Damaris Rota | (11) 3339-8308 | drota@sp.gov.br
Gabriela Carvalho | (11) 3339-8070 | gabrielacarvalho@sp.gov.br
Stephanie Gomes | (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br

Marina Teles | (11) 3339-8164 | mteles@sp.gov.br

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

CEU das Artes e Asilo recebem espetáculo de Teatro “O Casório de Floripe” da cidade de São José do Rio Preto

O teatro do CEU das Artes, equipamento de Cultura da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude da Prefeitura de Tatuí recebe na quinta e sexta, 25 e 26 de janeiro, o espetáculo de teatro infantil de máscaras chamado "O Casório de Floripe” da Varanda Produções Teatrais da cidade de São José do Rio Preto, que foi contemplada pelo PROAC Editais de Circulação de espetáculo infantil, realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura.

A Cia irá realizar duas apresentações, na quinta, 25 de janeiro às 14h30 no Lar São Vicente de Paulo uma apresentação fechada exclusivamente para os assistidos e na sexta dia 26 de janeiro a apresentação ás 20h será gratuita e aberta ao público, lembrando que o Teatro do CEU das Artes comporta um público de 100 pessoas.

Sobre o Espetáculo "O Casório de Floripe”
O espetáculo narra a história da bela barata Floripe que resolve se casar depois de achar um tostão e ficar rica. Começa então o duelo entre Dom Ratão e Gato Miato para conquistar o coração da barata que vai armar uma grande confusão. Senhoras e senhores, criançada e bicharada, vocês estão convidados para O CASÓRIO DE FLORIPE, que se realizará logo após ela escolher quem será o noivo! Com duração de 50 minutos o espetáculo é Livre para todas as idades.
Com direção de Guilherme Hernandes, orientação artística de Fernando Martins e iluminação de Murilo Gussi o espetáculo realizado pela Varanda Produções Teatrais tras no elenco: Fernanda Missiaggia, Guilherme Hernandes e João Darte

Sobre a Varanda Produções Teatrais

Fundada em 2010 por Guilherme Hernandes e João Darte em São José do Rio Preto no interior paulista, o grupo Varanda Produções Teatrais segue pesquisa de linguagem em máscaras e teatro de formas animadas, E já oi agraciada pelos seguintes Prêmios: Prêmio Nelson Seixas 2012 - Espetáculo: O menino que virou peixe; Prêmio Nelson Seixas 2014 - Espetáculo: CÍCERO; Prêmio Nelson Seixas 2017 - Espetáculo: O Casório de Floripe e ProAc 2017 - Circulação O Casório de Floripe.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Primeira Exposição do ano do Museu Paulo Setúbal tem o título de Mutações

O Museu Histórico Paulo Setúbal, equipamento de cultura da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude, realiza na sexta, 19 de janeiro, às 19h a abertura oficial da Exposição Mutações de Veridiana Pettinelli, arquiteta e design e executada pelo ourives Gabriel Macedo.

Mutações é a Exposição que trata-se de uma coleção de joias desenhada pela arquiteta e design Veridiana Pettinelli, a qual foi executada em prata, ouro, diamantes e pedras naturais pelo ourives Gabriel Macedo. A parceria familiar ocorreu no ano de 2015, e partiu da inspiração da arquiteta Veridiana, que juntando-se ao primo ourives Gabriel embarcaram em um novo projeto de design.

A coleção foi inspirada em estudos desenvolvidos pela design a partir de livros de botânica utilizados por seu pai na faculdade de engenharia agronômica, onde a mesma através de desenhos fez "cruzamentos genéticos" entre espécies que não tem cruzamento entre si. E foi dessa maneira que surgiu a nome da coleção. Mutações!

O cruzamentos entre: bromélias e cactus, rosas e hortênsias, bambus e Ipês se transformaram e se materializaram em prata em ouro, expressadas através de 18 peças únicas que serão expostas em vários estados e também fora do Brasil.

A Exposição é composta por 18 fotos no tamanho 50x75; 06 quadros emoldurados 50x60; 02 cadernos de estudo e peças feitas em prata. As mulheres que apresentam as peças foram convidadas pela sensibilidade e destaque que exercem.  Elas transcrevem de maneira ímpar a força e a beleza da mulher brasileira, pois são "flores" únicas e que em forma de mutantes fazem o papel de mãe, mulher, empresária, dentista, artista plástica, professora, bailarina, modelo, estudante, dona de casa, bancária, modelo, publicitária, arquiteta, estilista, filha, amiga irmã, advogada e design gráfica. Contêm o perfil ideal para levarem consigo e apresentarem algo forte, algo único, algo "mutado"!


A exposição tem cunho cultural e social, pois parte da renda dos quadros que inspiraram a coleção será revertida para a Instituição Internacional, Médicos Sem Fronteiras e o Fundo Social de Solidariedade de Tatuí e ficara aberta, gratuitamente, de 20 de janeiro a 19 de fevereiro de terça a domingo das 09h às 17h no Espaço de Exposições Temporárias do Museu Paulo Setúbal.