quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

2020 – O ANO QUE FALTOU AR


É chegado o fim de 2020!

Que ano difícil!

Quantas dores e lágrimas correram de nosso olhos por empatia ao próximo, ou mesmo, pela dor de vivenciar a falta de ar de nossos entes queridos!

O ar faltou tantas vezes, para tantos, que não suportaram o final da década.

Fomos criados para o futuro, para que a vida permitisse o passado, vivenciasse o presente, para que o futuro fosse próspero!

Próspero!?

Com hospitais repletos, haveria futuro favorável?

Os heróis de hoje, nossos médicos, enfermeiros, funcionários da saúde, doentes, distantes de suas famílias, lutando por um ideal, lutando por salvar vidas.

Do outro lado, a ausência de empatia. Hipocrisia!!!

Pessoas, personalidades debochando da dor, capitalizando a importância do dinheiro e desviando a atenção, e o dinheiro do povo, para espetáculos sem esmero.

A vida sendo ceifada. Famílias sepultando seus entes. E os hipócritas, não crendo na ciência, podendo desmerecidamente usar o poder, para salvar a vida dos seus entes e se esquecendo dos entes de seu povo.

Lamentável!!!

2020, não foi nada fácil! Nos distanciamos de quem amamos e nos isolamos. Escondendo nossos sorrisos e vendo cair dos olhos as lágrimas amargas.

Impossível falar de conquistas, neste momento. Pois as dores estão psicologicamente intrínsecas na nossa história.

E assim, 2020 foi cruel. E no momento mais cruel, sem direito de um abraço, mas respeitando o direito do outro, ouvimos e aprendemos a etimologia da palavra EMPATIA.  

Neste momento a Educação se fez necessária.

Mas,...

Como exigir empatia de pessoas que não tiveram acesso à Educação?

Como criar sistema de Educação remota, se os responsáveis não tiveram direito a Educação presencial?

E assim, a Escola teve que adentar na casa de todos, mas todos, não tinham como alfabetizar, o que foi privilégio de poucos tantos.

Os heróis da Educação se reinventaram, se recriaram, e tentaram, no que lhe é possível, chegar até seus alunos.

E pense que professores, diretores, funcionários de escolas lutaram, por ingentes heroísmos obscuros que somente Deus teve conhecimento, para suprir a ausência presencial de suas aulas. E a Escola foi vista pelos responsáveis que não é alfabetizar apenas, mais um local de sociabilizar. Como nossos filhos sentiram falta de suas escolas, de seus amigos. Porque reconhecem a importância dos pais, mais tem ciência exata da importância da Escola em suas vidas.

E o sufocamento de 2020 não parou apenas por falta de ar da espécie humana! Mas o planeta gritou pela falta de ar, gritou nas chamas de um sintoma considerado altamente angustiante e assustados, a dispneia governamental em zelar pelo meio ambiente, e o meio ambiente retribuiu, o fogo sufocou a fauna e a flora.

Seria o momento de refletirmos se a vida importa?

Vidas importam?

Nosso planeta transborda vida para a galáxia, mas será que valorizamos a vida?

Vidas importam.

Vidas Negras importam.

Poucos entendem o que é uma Falta de ar, e no ano da Pandemia, a asma que mais feriu nossos semelhantes foram atitudes de sufocamento, a falta de empatia sufocou Minnessota, Porto Alegre, tirou o ar de seus semelhantes por racismo, e mesmo sem ar, gritou-se ao mundo que “Vidas Negras Importam”.

Gritos de dor, falta de respiradores, falta de ar, uma corda sufocou, nas artes, o ator Flávio Migliaccio que como descrito em sua carta de despedida “Me desculpem, mas não deu mais. A velhice neste país é o caos, como tudo aqui. A humanidade não deu certo”, claro que descrevendo com clareza o que vivenciamos em 2020, onde o descaso com a vida humana foi o maior sufocamento que vivenciamos.

A arte aliviou o isolamento, as perdas, o ano de 2020. Mas se esqueceram que a arte precisa de vida, do artista para contribuir com o estado espiritual das pessoas e permitir que a humanidade consiga se entender por meio de seus significados. Isolados, artistas do mundo inteiro buscaram formas de acalentar nossas dores. Porque o choro se fez ouvir:

“Chora

A nossa pátria, mãe gentil

Choram Marias e Clarisses

No solo do Brasil”

E em solo Tupiniquim, depois da suspensão das atividades culturais, o desespero e a sanção e regulamentação de uma Lei para o Setor da Cultura chegou tardia, mas veio, veio para:

“A esperança equilibrista

Sabe que o show de todo artista

Tem que continuar”

Encerramos uma 202ª década ordinal, e o Brasil, Brazil, zil, sil....  

 

O Brazil não conhece o Brasil

O Brasil nunca foi ao Brazil

Tapir, jabuti

Liana, alamanda, ali, alaúde

Piau, ururau, aki, ataúde

Piá-carioca, porecramecrã

Jobim akarore, Jobim-açu

Uô, uô, uô

 

Pererê, camará, tororó, olerê

Piriri, ratatá, karatê, olará

Pererê, camará, tororó, olerê

Piriri, ratatá, karatê, olará

 

O Brazil não merece o Brasil

O Brazil tá matando o Brasil

 

Jereba, saci

Caandrades, cunhãs, ariranha, aranha

Sertões, Guimarães, bachianas, águas

Imarionaíma, ariraribóia

Na aura das mãos de Jobim-açu

Uô, uô, uô

 

Jererê, sarará, cururu, olerê

Blá-blá-blá, bafafá, sururu, olará

Jererê, sarará, cururu, olerê

Blá-blá-blá, bafafá, sururu, olará

 

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

 

Tinhorão, urutu, sucuri

Ujobim, sabiá, bem-te-vi

 

Cabuçu, Cordovil, Cachambi, olerê

Madureira, Olaria e Bangu, olará

Cascadura, Água Santa, Acari, olerê

Ipanema e Nova Iguaçu, olará

 

Do Brasil, SOS ao Brasil

Do Brasil, SOS ao Brasil

 

 

 

Citações

O Bêbado e a Equilibrista - Aldir Blanc, João Bosco

Querelas do Brasil - Aldir Blanc

sexta-feira, 27 de março de 2020

DONNY BARROS - "QUE PESSOA É ESSA? – UMA HISTÓRIA DE AMOR"


Na adolescência, quando ainda a vida florescia e parecia sem fim, estava eu me encantando com o sonho, objetivo que mais tarde iria vivenciar, mas sem grandes preocupações. Naquele momento, algumas dores já haviam existido em minha história, mas como naquele momento ainda era imaturo para as questões da vida, resolvi realizar, a coisa mais oportuna à adolescência, SONHAR!

Sonhar, mesmo que seja um sonho impossível, e neste desejo, como reflexo do histórico familiar, SONHEI. Num futuro sem efemeridade, mas que comportasse um amor, uma história de amor e uma família.

No entanto, a vida não é sonho e sim uma realidade que devemos dia a dia respirar, e, vivenciar da melhor forma possível. Assim segui meus passos.

A adolescência passou, a Juventude... também, e, de repente: o SONHO estava aparentemente distante, pois na fase adulta, o que era para ser um Paraíso, torna-se uma árdua realidade de tentativas, que carregamos do passado e que o presente nos faz, assim, meio de supetão, ver o futuro com foco de um dia de cada vez.  

E nesta fase, a vida parece atropelar, descompensar, desestruturar e desconstruir o que o adolescente tanto almejou. Pouco se respira o SONHOS.

Mas, a terra só pode produzir frutos, quando esta é zelada com carinho, com dedicação, e então, vem o amadurecimento e a percepção que só podemos colher o que semeamos, o que SONHAMOS, mesmo que seja impossível.

Descrente dos sonhos de adolescente, caminhei e assim percorri o caminho que a vida me propôs.

Foi então que algo inesperado aconteceu!  

O SONHO do adolescente estava ali, em minha frente, e o a vida fez sentido, me permitiu respirar profundamente, me deu uma dança de liberdade, uma música de encantamento, uma cena que jamais o tempo irá apagar. Dois olhares se cruzaram e um único sentimento, mesmo não tendo um balcão para ser eternizado, se eternizou.

A literatura emudeceu por alguns instantes, e, de repente, nada mais era como era antes. A erupção da vida tornou o adulto em um adolescente e em poucos momentos, após longo tempo de preparação, a terra que estava sempre sendo cuidada passou a desabrochar, o que era seco, molhou-se, o que era frio, aqueceu, o que era para ser somente, refletiu num grande espasmo que se espalhou em poucos minutos pelo coração, provocando assim uma grande cadeia de acontecimentos maravilhosos e o passado que parecia um fardo de desesperança, fez bilhar uma Super Nova, uma luz tão forte, que eclodiu por todas as galáxias existentes.

Desse momento, nasceu um duo, uma dueto tão lindo de se ver e ouvir que embalou os sonhos mais impossíveis e tudo o que era árduo e complexo, passou a ser leve e existente. 

Os que sentiram jamais esquecerão, pois é um sentimento eterno, poético e imortal.


Assim, o duo, criou um “CORUJITAR”, uma nova canção para embalar os SONHOS impossíveis escritos em folhas de uma linda dramatização.

E ao redigir os SONHOS, o duo permitiu SONHAR, realizar o que, lá no passado, nos tempos de adolescente, o Sonhador mais desejava constituir uma família, seguindo o exemplo de seus antepassados, e num piscar de olhos, num único momento da galáxia três novos cometas se formaram para completar um quinteto, que neste momento, isolados de todos, sem poder um abraço receber/dar, mas presentes no coração deles buscam a cura de um planeta terra.


Porque “Corujitar” é preciso! E VIVER é mais preciso ainda!!!


(Dedicado ao meu companheiro 
Doniran Mariano de Barros, Donny Barros 
pai de Roberto, Rian e Jhonatan)

#familiabarrosvianna

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Conservatório de Tatuí apresenta duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”


A peça, produzida pela Cia. de Teatro, aborda o amor de mãe e os conflitos que surgem quando o filho sai de casa em busca de seus sonhos

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – volta ao palco do Teatro Procópio Ferreira neste fim de semana com o espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”. A peça aborda os dramas e conflitos vividos por mãe e filho quando o mais jovem corta o cordão umbilical e sai de casa em busca de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas virtudes e suas falhas. Serão realizadas duas sessões: sexta, dia 18, às 20h00; e sábado, dia 19, às 18h00. A classificação é para 14 anos e os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro.
De acordo com o coordenador do grupo, Rogério Vianna, o trabalho é inspirado livremente na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini – dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase infantil”, destaca.
O espetáculo utiliza o recurso da metalinguagem, ou seja, é uma peça teatral que mostra os bastidores de uma produção teatral, onde os personagens são atores e também vivem seus dramas pessoais. Atores e personagens se fundem durante a peça, que traz drama, humor e muita música.
 A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí é um grupo pedagógico-artístico que tem em sua formação alunos bolsistas, professores e monitores. Suas atividades garantem aos estudantes a experiência de atuar ao lado de profissionais, constituindo-se uma ferramenta essencial na sua qualificação para o mercado de trabalho.
Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural CCR SPVias e Coop.
SERVIÇO
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação
Data: 18 de maio, sexta-feira
Horário: 20h00
Data: 19 de maio, sábado
Horário: 18h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Ingressos: R$ 12 (meia-entrada R$ 6)
Classificação: 14 anos





sexta-feira, 23 de março de 2018

Conservatório de Tatuí apresenta “Companhia Mambembe de Variedades”

O espetáculo produzido pela Cia. de Teatro aborda o amor de mãe e os conflitos que surgem quando o filho decide sair de casa em busca de seus sonhos

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – apresenta, nos dias 23 e 24 de março, o espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”. A peça trata das incertezas e dos conflitos que acometem mãe e filho quando este decide cortar o cordão umbilical e sai de casa em busca de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas qualidades e seus defeitos. Serão duas sessões, sexta e sábado, às 20h00, no Teatro Procópio Ferreira. Entrada gratuita.
De acordo com o coordenador do grupo, Rogério Vianna, o trabalho é inspirado livremente na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini –  dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios
desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase infantil”, destaca.

O espetáculo utiliza o recurso da metalinguagem, que leva o público a mergulhar no universo do teatro por trás das coxias. Na trama, os personagens são atores e se dividem entre a encenação e os conflitos pessoais. Atores e personagens se fundem durante a peça, que traz drama, humor e muita música.

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí é um grupo pedagógico-artístico que tem em sua formação alunos bolsistas, professores e monitores. Suas atividades garantem aos estudantes a experiência de atuar ao lado de profissionais, constituindo-se uma ferramenta essencial na sua qualificação para o mercado de trabalho.

Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural CCR SPVias e Coop.

SERVIÇO
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação
Data: 23 e 24 de março, sexta e sábado
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí

Entrada franca

quarta-feira, 21 de março de 2018

Música e teatro animam a agenda cultural do Conservatório de Tatuí


Vários grupos artísticos da escola se apresentam nesta semana, todos com entrada gratuita

O Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura do Estado – oferece nesta semana uma agenda cultural bem variada. O Grupo de Choro se apresenta hoje, dia 20. O Grupo de Percussão toca na quinta, dia 21, e a Cia. de Teatro apresenta duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades, sexta e sábado. Todos os eventos com entrada gratuita.

O primeiro recital é com o Grupo de Choro, que se apresenta nesta quarta-feira, dia 21, às 20h00, no Teatro Procópio Ferreira. No programa, músicas de Ernesto Nazareth, Mauricio Carrilho, Luperce Miranda, Raul Silva, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e muitos outros.

Na quinta-feira, dia 21, às 20h00, será a vez do Grupo de Percussão subir ao palco do teatro. Entre as obras escolhidas, destacam-se “Pandeirando” de Douglas Gutjahr, “Gainsborough” de Thomas Gauger, “Prime time” de Felix Rühling e “Concerto para tímpanos e grupo de percussão” de John Beck, que terá solo do percussionista Luis Marcos Caldana, coordenador do grupo.

Além de todas essas opções de música, a Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí fará duas sessões do espetáculo “Companhia Mambembe de Variedades”, na sexta, dia 23, e sábado, dia 24, às 20h00. A peça trata das incertezas e dos conflitos que acometem mãe e filho quando o mais jovem decide romper o cordão umbilical e ir atrás de seus sonhos. É uma reflexão sobre o amor maternal, com suas qualidades e seus defeitos.

A peça é inspirada na obra “Vem Buscar-me que ainda sou teu” de Carlos Alberto Soffredini – dramaturgia que tem como pano de fundo a peça “Coração Materno” de Alfredo Viviani e a canção homônima de Vicente Celestino. “No espetáculo, a receita do coração materno adicionou em excesso a relação do envolvimento mental entre filho e mãe. Ele, aprisionado ao cordão umbilical, não consegue realizar seus próprios desejos, o que o transforma em um ser sem identidade, incapaz de distinguir a realidade de um pedido quase que infantil”, destaca o coordenador da Cia. de Teatro, Rogério Vianna.

Apoio cultural – O Conservatório de Tatuí tem apoio cultural de CCR SPVias e Coop.

SERVIÇO
Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí
Alexandre Bauab Jr., coordenação

Data: 21 de março, quarta-feira
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca
Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí
Luis Marcos Caldana, coordenação

Data: 22 de março, quinta-feira
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca
Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí
Espetáculo: “Companhia Mambembe de Variedades”
Rogério Vianna, coordenação

Data: 23 e 24 de março, sexta e sábado
Horário: 20h00
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Tatuí
Entrada franca


Informações para imprensa:
Conservatório de Tatuí
Sabrina Magalhães – (15) 3205-8464 – comunica@conservatoriodetatui.org.br

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Gisele Turteltaub – (11) 3339-8162 – gisele@sp.gov.br
Gabriela Carvalho – (11) 3339-8070 – gabrielacarvalho@sp.gov.br
Stephanie Gomes – (11) 3339-8243 – stgomes@sp.gov.br
Damaris Rota – (11) 3339-8308 – drota@sp.gov.br
Marina Teles – (11) 3339-8164 – mteles@sp.gov.br