sexta-feira, 6 de maio de 2011

Por unanimidade o STF reconhece união estável homoafetiva



Ontem, dia 05 de maio em julgamento histórico e por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu as uniões estáveis de homossexuais no país. Os participantes da votação entenderam que casais gays devem desfrutar de direitos semelhantes aos de pares heterossexuais, como pensões, aposentadorias e inclusão em planos de saúde. A decisão pode ainda facilitar a adoção.

“Antes de relatar os casos, Ayres Britto pediu um levantamento nos Estados para saber se a união civil de homossexuais já era reconhecida. O ministro detectou que isso aconteceu em tribunais de dez unidades federativas: Acre, Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo”. – segundo informação de Mauro Savaresse da Uol notícias

Mais de 20 países de todo o mundo reconheceram a união civil de homossexuais antes do Brasil, incluindo o Uruguai. Outros, como a Argentina e várias partes dos Estados Unidos, permitem casamentos gays – uma decisão ainda mais condenada pela Igreja Católica.

A decisão do STF sobre a união estável homoafetiva não prevê que os homossexuais precisam se vestir de Branco para casar e aos Heteros fiquem tranqüilos!!! Vocês não são obrigados a se tornar gay. O Julgamento apenas facilita os tramites legal para o amor entre homossexuais, mas quem não é... fique tranqüilo, agora quem pensa que não é, mas tem o desejo pelo outro do mesmo sexo enlatado dentro de si, não há o que fazer...... 

Instituições contrarias ao voto unânime do Supremo Tribunal Federal se esqueceu que atualmente não predomina mais o Tribunal do Santo Ofício (Inquisição) mas essas Instituições continuam, como na está escrito na História, se achando detentora  do perdão de DEUS como no tempo das indulgências e da condenação e dona das doutrinas e do céu.

Diz o bispo D. Pedro Casaldágia “que Deus nos aceita como somos para transformar-nos naquilo que ele quer que nós sejamos. Se Deus nos aceita como somos, também devemos nos aceitar. Jesus disse em Mt 22, 36 - 40 que os dois mandamentos que resumem todos os outros são: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”. (http://www.catequisar.com.br/texto/dinamica/formacao/04.htm)

Por isso aprendam urgentemente que LIBERDADE é uma coisa; LIBERTINAGEM outra!!!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia 04 de Maio – Dia Municipal da Literatura Tatuiana

Poucos sabem mas em recente pesquisa realizada por Donny Barros e Rogério Vianna sobre a literatura tatuiana percebemos que o dia 04 de maio deveria ser o Dia Municipal da Literatura Tatuaina.
E porque dia 04 de maio?

Simplesmente é no dia 04 de maio de 1896 que nasce na ‘Cidade Ternura’ Francisca Pereira Rodrigues, por nós conhecida como Chiquinha Rodrigues, a prefeita e nome de uma rua no Bairro Doutor Laurindo e outra no Bairro Caxingu e de uma Creche Municipal na Praça da Bandeira, mas que na realidade é muito mais que isso por ser ela autora de 09 livros infantis e por haver publicado vários livros e comunicados sobre História, Agricultura, Geografia, Saúde e Economia. Entre os trabalhos publicados, destaque para: Pelo Caboclo do Brasil; Confidências de Suzana; São Paulo dentro do Brasil; Problemas Brasileiros. Pasmem!!! Em nossa Biblioteca Municipal não foi encontrado um só livro de nossa escritora, sem contar as inúmeras expressões: De quem mesmo??!!

E também dia 04 de maio de 1934 é data do falecimento de um ilustre filho desta ‘Capital da Música” o senhor Paulo de Oliveira Leite Setúbal, por nós conhecido como Paulo Setúbal, que leva o nome de nosso Museu, da Praça que todos conhecem por Praça do Barão e que é imortalizado pela Academia Brasileira de Letras, esse lembrado por nós também na Semana Paulo Setúbal que acontece no mês das festividades de Aniversário da Cidade. O Núcleo Experimental Cênico "Falsa Modéstia" de Tatuí está adaptando as obras de Paulo Setúbal para o Teatro: já foram encenadas "As Maluquices do Imperador", "Alma Cabocla" e "Confiteor", pronto também está "A Marquesa de Santos", mas a falta de Incentivo  impede o Núcleo de levar adiante o projeto.

Enfim, não é necessário muita explicação para que tornemos o nosso dia 04 de maio como o dia Municipal da Literatura Tatuiana. Já foi comentado isso há dois anos com pessoas culturais de nossa cidade que pouco se importaram com esse dado, afinal não seria um evento que chamasse tanto atenção, mas espero que alguém volte os olhos para esses dados e possa no futuro criar um espaço direcionado a futuros escritores tatuianos, porque o passado deve ser nossa referencia para que no futuro mais histórias como seguem abaixo possam estar sendo estudas e servidas de exemplos pelos cidadãos do futuro.

VIVA NOSSO DIA MUNICIPAL DA LITERATURA TATUIANA!!!

DONA CHIQUINHA RODRIGUES - (Tatuí, SP, 1896 - São Paulo, SP,1966)

Francisca Pereira Rodrigues, conhecida como Chiquinha Rodrigues, foi uma mulher de grande destaque na história de Tatuí, atuando nas áreas do magistério, letras e política.

Francisca Rodrigues, ou dona Chiquinha, nasceu em Tatuí (SP), a 4 de maio de 1896.
Diplomou-se pela Escola Normal de Itapetininga (SP), em 1913. Ao atingir a maioridade, lecionou em um sítio de Tatuí, durante um ano.
Em São Paulo, casou-se no dia 7 de setembro de 1915 com o Adolfo Rodrigues e, no oitavo ano de casada, já era mãe de cinco filhos.

Depois de alguns anos de casada, passou a escrever para jornais e revistas. Seu primogênito, com 4 anos, freqüentou o Jardim da Infância da Praça da República, cuja diretora, Irene Bastos, convidou Francisca para dar aulas naquele local.

Em 1932, em São Paulo, fez propaganda pelo rádio e por jornais, conclamando os paulistas para as fileiras e para serviços auxiliares. Dona Chiquinha Rodrigues criou a Bandeira Paulista de Alfabetização: fundou a Sociedade Luiz Pereira Barreto, onde fazia a campanha para o reflorestamento e cultura da terra, incentivando o plantio dos bosques, pois se preocupava com a destruição das matas. Fez conferências sobre problemas brasileiros, que resultaram na publicação de um livro.
Promoveu a criação de numerosas escolas primárias e profissionais, clubes agrícolas, e hortas-escolas. Distribuía gratuitamente milhares de livros didáticos, cadernos e objetos escolares. Beneficiou com seus trabalhos as obras do Sítio Buracão da Fazenda Nacional, no Km 24 da Via Anhangüera, entregue às irmãs franciscanas missionárias, do Imaculado Coração de Maria.

Além de professora benemérita, dona Chiquinha Rodrigues foi prefeita de Tatuí na década de 1940 e elegeu-se deputada estadual duas vezes. Na época em que governou Tatuí, realizou inúmeras obras, com destaque para a construção e instalação do Grupo Escolar “Chico Pereira”, do Jardim da Infância e de uma creche que atualmente leva seu nome. Historiadora, romancista, educadora e autora de livros infantis, teve mais de vinte livros dedicados às crianças, ao ensino e história de São Paulo. Faleceu aos 70 anos, no dia 9 de outubro de 1966. Era casada com Adolfo Pereira, com quem teve quatro filhos. Na justificativa da propositura, o parlamentar destaca as conquistas das mulheres nas últimas décadas nas áreas civil, social, trabalhista e política, e diz que elas são referências “que nos inspiram para vivermos em um mundo melhor, mais igual e fraternal”.

Esteve várias vezes no Exterior, a serviço do Brasil, viajando por três países da América e oito países da Europa. Visitou 17 estados brasileiros. Destacou-se como oradora e conferencista. Recebeu várias medalhas e títulos. Foi conferencista no Auditório da Gazeta. Participou também das reuniões da Biblioteca Municipal, notadamente das mesmas com relação à Sociedade Monteiro Lobato.

Foi escritora, tendo publicado vários livros e comunicados sobre História, Agricultura, Geografia, Saúde e Economia. Entre os trabalhos publicados, destaque para: Pelo Caboclo do Brasil; Confidências de Suzana; São Paulo dentro do Brasil; Problemas Brasileiros;

Livrinhos Infantis; Menina de Ouro; Seu Pafúncio corre Mundo; Histórias e Brincadeiras; Trajetória Luminosa; Primavera em meu Quarto; Dança das Flores; Dança das Letras; Álbum de Aquarela e Coração que Fala.

Em sua homenagem, seu nome foi dado a duas ruas: uma em Tatuí e outra no bairro de Caxingui, na Capital.

Entre as atividades registradas em sua vida política e social, ela foi integrante da Embaixada Cultural que visitou o Uruguai, em caráter oficial, em 1936. Fizeram parte dessa embaixada Rodrigo Otávio, Pedro Calmon e Aluísio de Castro, todos membros da Academia Brasileira de Letras. Foi também delegada do Brasil no III Congresso Internacional de Toponímia a Antroponímia. Visitou os EUA em 1944, percorrendo algumas cidades daquele país, em visita a vários estabelecimentos de ensino. Esteve por duas vezes na Argentina, sempre perquirindo sobre Educação e Ensino, notadamente o primário, preocupada principalmente com a criança.
Faleceu em São Paulo, em outubro de 1966.


Paulo Setúbal (Tatuí, 01 de janeiro de 1983 - São Paulo, 04 de maio de 1937)
 
Paulo de Oliveira Leite Setúbal (Tatuí, 01 de janeiro de 1983 - São Paulo, 04 de maio de 1937) foi um escritor brasileiro, imortalizado pela Academia Brasileira de Letras.
Era casado com Francisca de Sousa Aranha com quem teve três filhos: Maria Vicentina, Teresinha e Olavo Egídio Setúbal.
Estudou em Tatuí, teve como Professor seu Francisco de Almeida Pereira, Seu Chico Pereira, que no livro Confíteor, obra póstuma, dedica uma das mais emocionantes passagem deste caridoso homem ao escrever: 'o homem mais rico de minha terra' e que deve ser lido com orgulho por nós tatuianos.
Formou-se, em 1914, bacharel em direito, em São Paulo. Na época já havia tido poema publicado na primeira página do jornal A Tarde. Em 1920 ocorreu a publicação de seu livro de poesia Alma Cabocla, cuja edição, de três mil exemplares, esgotou-se em um mês,  editado pelo grande nome de nossa literatura  Monteiro Lobato. Entre 1925 e 1935 publicou vários romances históricos, entre eles A Marquesa de Santos, O Príncipe de Nassau e A Bandeira de Fernão Dias. Em 1926, trabalhou como colaborador do jornal O estado de São Paulo. Nos anos de 1928 e 1930 foi deputado estaduall, mas renunciou ao mandato por ter agravada sua tuberculose.

Publicou, nos anos seguintes, livros de contos, cronicas e memórias. Poeta vinculado à estética parnasiana, Paulo Setúbal tematizou em seus versos a vida dos camponeses, dos caboclos do interior de São Paulo. Pela escolha do tema, na época foi chamado de "poeta regional", antecede a antropofagia de Andrade.
Foi também famoso e respeitado autor de obras de temática histórica, dentre as quais se destacam o romance A Marquesa de Santos (1925) e o livro de crônicas O Ouro de Cuiabá (1933).

Foi eleito em 06 de dezembro de 1934 para a Academia Brasileira de Letras, sucedendo a João Ribeiro na cadeira 31.

Depois Daquela Noite - Espetáculo que está no espaço Parlapatões

No sábado dia 30 de abril eu, Donny e Camila Clemente fomos nos divertir no Espaço Parlapatões e tamanha surpresa ao reencontrar uma grande amiga Ila Giroto que está produzindo cinema.

Ficamos no Espaço batendo papo sobre teatro e produções e a meia noite entramos no Teatro do espaço para assistir ao espetáculo de Miro Rizzo.

Um espetáculo intimista que, devido o local ser um palco frontal, não ajudou muito, mas pude prestigiar a atuação de Camila dos Anjos. 

Ela uma atriz sensível que soube ter propriedade do que com certeza Rizzo dizia ao redigir o texto.

Não é um espetáculo que causa alvoroço na plateia, mas me deixou apaixonado pela brilhante atuação de Camila.


Sobre a Peça
Entre dois solitários, que viviam isolados do resto da turma, nasceu uma sincera amizade que logo se transformou em namoro. Não imaginavam que ao fugir de uma festa no Centro Acadêmico para o mirante onde costumavam namorar, colocariam suas vidas em risco. Algo aconteceu naquela noite e Laura sumiu na manhã seguinte, deixando apenas um recado na caixa postal do celular de Felipe.


INFORMAÇÕES
Horário: Sáb.: 23h59.
Temporada:
26 de Março até 14 de Maio de 2011.
 
Informações Complementares
  • Local: Espaço Parlapatões
  • Endereço: Praça Franklin Roosevelt, 158 - Centro - São Paulo - SP
  • Lotação: 600 pessoas
  • Preço: R$30

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Luto no Teatro Brasileiro - Falece Zé Renato


José Renato Pécora morreu no início da madrugada desta segunda-feira, 2 de maio, em São Paulo.

"As estrelas do Teatro preenchem mais o céu do que iluminam a Terra" digo isso pois sinto cada vez mais que o teatro popularizou tanto que seus artistas estão mais preocupados com a fama do que com o Teatro verdadeiramente. Quem tanto lutou pela História do Teatro está preenchendo o céu e deixando palcos vazios. Receio que no futuro o palco seja utilizado por artistas de momento... Celebridades que não lutam pelo Teatro. Por isso é que devemos ter certeza de que o Teatro Brasileiro está de Luto.

Sua Trajetória

Renato José Pécora (São Paulo SP 1926). Diretor. Fundador e idealizador do Teatro de Arena, diretor do espetáculo Eles Não Usam Black-Tie, considerado divisor de águas, que introduz o nacionalismo no teatro brasileiro.

Ainda como aluno da primeira turma da Escola de Arte Dramática - EAD, em São Paulo, onde se forma em 1950, José Renato sugere o formato em arena para um espetáculo. O professor e crítico Décio de Almeida Prado oferece suporte teórico para a idéia apresentando-o ao estudo pioneiro de Margot Jones, Theater in The Round. José Renato e Décio escrevem, em colaboração com Geraldo Mateus Torloni, uma justificativa teórica para o projeto, apresentada como tese no 1º Congresso Brasileiro de Teatro, no Rio de Janeiro, em 1951.

No intuito de empenhar-se na experimentação do formato arena, articula uma companhia que a realize, fundando o Teatro de Arena de São Paulo, em 1953. A primeira montagem, sob sua direção, ocorre no Museu de Arte de São Paulo - Masp (ainda na Rua Sete de Abril), com Esta Noite É Nossa, de Stafford Dickens. O pequeno repertório formado nos anos subseqüentes apresenta-se em fábricas, clubes e escolas, até ser adaptada a sala que é sede do empreendimento, na Rua Teodoro Baima, em 1955.

Suas primeiras direções são exercícios, destinados ao encontro de uma estética em arena. Após a fusão com o Teatro Paulista do Estudante, TPE, o Arena aumenta seu contingente e ambiciona montagens mais relevantes, como Escola de Maridos, de Molière, em 1955. José Renato dirige Eles Não Usam Black-Tie, em 1958, lançando o primeiro texto de Gianfrancesco Guarnieri, germe do futuro Seminário de Dramaturgia. São direções suas, ainda no Arena, Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, em 1960; e Os Fuzis da Sra. Carrar, de Bertolt Brecht, em 1962.

José Renato cumpre um estágio na França junto ao Théâtre National Populaire, TNP, de Jean Villar, retornando ao final de 1959, quando o Arena excursiona no Rio de Janeiro. Nesta cidade é contratado para dirigir o Teatro Nacional de Comédia - TNC, agora também inclinado no rumo da nacionalização do repertório, ali estreando Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, em 1962, cuja direção garante a ele o Prêmio da Associação de Críticos do Rio de Janeiro. No mesmo conjunto, é o diretor de O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, em 1963. Seguem-se outras produções, entre elas O Círculo de Giz Caucaziano, de Bertolt Brecht, e As Aventuras de Ripió Lacraia, de Chico de Assis, em 1963, levadas em repertório para todas as capitais do país. Em 1964, inaugura o Teatro Ruth Escobar, com A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht.

Após o golpe militar, vai para Curitiba, onde ajuda a fundar o Teatro de Bolso, com a encenação de O Noviço, de Martins Pena, 1965.

Com a extinção do TNC, Renato torna-se um diretor de produções isoladas. Em 1979 encena Rasga Coração, obra do amigo de longa data Oduvaldo Vianna Filho, um de seus maiores sucessos de crítica e público, num momento marcado pelo teatro de resistência.

Em 1970 ingressa como professor de direção teatral na Escola de Teatro da Fefierj, atividade que exerce até 1996, ao se aposentar.

Dedica-se também à dramaturgia, sendo de sua autoria: Plantas Rasteiras, prêmio de melhor autor da Academia Paulista de Letras; Escrever sobre Mulheres, encenada no Teatro Brasileiro de Comédia - TBC, 1951, e no Teatro de Arena, 1956; Ternura, encenada na TV Record, São Paulo, 1957; Visita de Pêsames; O Aniversário; Ano Bom em Família; Alguém Dormiu com Maria; sendo co-autor, juntamente com Paulo Pontes e Milton Moraes, de Um Edifício Chamado 200. Este último, de 1972, é um sucesso de bilheteria, juntamente com Alegro Desbum, de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa, 1973; Baixa Sociedade, de Juca de Oliveira, 1979; e Motel Paradiso, também de Juca de Oliveira, 1982.

Sua encenação de A Ópera dos Três Vinténs merece a seguinte avaliação do crítico Décio de Almeida Prado: "O caráter paródico do texto fá-lo oscilar permanentemente entre o sinistro e o cômico. A encenação de José Renato resolve esta duplicidade de tom sempre a favor do burlesco. (...) O desempenho dos atores, de resto, é pouco estilizado, quase realista, não tirando partido das sugestões plásticas do expressionismo alemão. Estas falhas são todavia compensadas pela excelente concepção geral do espetáculo, fundadas sobre os cenários e figurinos apropriadamente carregados de Flávio Império".1

Seu último trabalho depois de afastado dos palcos por quase 56 anos foi “12 homens e uma sentença” e marcou presença em diversas edições do FETESP (Festival Estudantil do Teatro do estado de São Paulo) realizado pelo Conservatório de Tatuí.


À José Renato
Meus APLAUSOS!!!!

Conservatório de Tatuí - Programação Maio de 2011