quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Apresentação do Musical PEDRO E O LOBO com a ORQUESTRA SINFÔNICA DO CONSERVATÓRIO DE TATUÍ

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí apresentou em 07 de dezembro o espetáculo “Pedro e o Lobo” com direção de Jaime Pinheiro; regência, do maestro Rodrigo de Carvalho; e narração, de Rogério Vianna.

“Pedro e o Lobo” é uma história infantil contada através da música. Foi composta por Sergei Prokofiev em 1936, com o objetivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos. Cada personagem da história (Pedro, o lobo, o avô, o passarinho, o pato, o gato e os caçadores) é representada por um instrumento diferente.

Integram o grupo de “Pedro e o Lobo”: Eliane Ribeiro (preparação de atores), Ana Paula Zilinskas (iluminação), Lázaro Catel e Carlos Agostinho (figurinos) e os atores Camila Cattai, Iuri Proença, Antonio Ramos de Oliveira, Leila Carolina Azevedo, Aninha Arruda, Rafael Simão Geraldo, Eliane Ribeiro e Ronaldo Soares de Almeida.

As fotos abaixo foram tiradas pelo fotografo Kazuo Watanabe.















































terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ÚLTIMA APRESENTAÇÃO DE ROSA DE CABRIÚNA - TEMPORADA 2010

Rodrigo Rodrigues esteve em Cerquilho na última apresentação da temporada 2010 do espetáculo ROSA DE CABRIÚNA com a Cia de Teatro do Conservatório de Tatuí e registrou cada momento do espetáculo.

 "É so pensamento que garô saí pela minha boca" - Carroceiro - Rogério Vianna
 "Peguei o guampudo e meti a gasca..." Fidelis (Hugo Muneratto)
 "Não abre porteira que ocê num pode fechá" - Tonho Gago (Carlos Doles)
 "Ensaboa mulata, ensaboa..."
 "Mai eu sei de um fazendero que tá procurando de capataiz pra mode cuidá do fazendão lá dele" - Carroceiro
 "oh, home capenga das fala..." - Cel Izè Inácio (Marcos Caresia)
 "Pode ser até o Tonho Gago, mesmo" - Rosa (Dalila Ribeiro)
 "Corpo Seco!!! Herege morrido sem contrição, nem o céu, nem a terra aceitô..." _ Carroceiro
 Soldado (Carlos Alberto Agostinho)

"Quando é ocês que sabe, ocês não conta pra ninguém" - Hortência (Daniele Silva)
"Afora logo essa bruaquinha" - Violeta (Leila Lopes)
 "Eu quero um home bem taludo..." - Petúnia (Fernanda Mendes)
"Que mais!!! Que mais!!!" - Margarida (Camila Cattai)
 "Os costume daqui são deferente de onde ocê veio" - Benta (Adriana Afonso)
 Tonho Gago, Rosa, Violeta, Petúnia, Magnólia (Érica Pedro),
"Tava certo!!! Tava certo nada, tava tudo errado.." (Demônio - Carlos Ribeiro)



MUSEU PAULO SETÚBAL RECEBE...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CIA DE TEATRO DO CONSERVATÓRIO DE TATUÍ estreia ‘VEREDA DA SALVAÇÃO’

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí, grupo mantido pelo Governo do Estado de São Paulo, estreia na próxima sexta-feira, dia 10 de dezembro, o espetáculo “Vereda da Salvação”. O texto de Jorge Andrade, com direção de Carlos Ribeiro, terá única apresentação a partir das 20h30, no teatro “Procópio Ferreira”, em Tatuí.

“Vereda da Salvação” é o segundo espetáculo do repertório da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí. O autor, Jorge Andrade, baseou-se em fatos reais ocorridos na localidade de Catulé, em Minas, no ano de 1956, para contar a história de um grupo de trabalhadores rurais sem-terra, agregados de uma fazenda, que entra em colapso a partir da disputa pelo poder entre o líder comunitário e o líder religioso. O texto é um clássico da dramaturgia brasileira.

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí escolheu “Vereda da Salvação”, de Jorge Andrade, como sua segunda montagem com o objetivo de formar um repertório que tenha, como elemento unificador, o estudo das possibilidades dramáticas da paisagem humana e social do interior de São Paulo, onde a Cia. está sediada. “Vereda da Salvação” e “Rosa de Cabriúna”, de Luís Alberto de Abreu, adaptada do romance “Alice” de José Antonio da Silva, formam um dístico. “As duas peças dialogam em diversos níveis, não só pelo fato de seus protagonistas serem interioranos. O dramaturgo Jorge Andrade nasceu em Barretos, filho de ricos fazendeiros. José Antonio da Silva, um dos mais importantes nomes da pintura ‘naif’ brasileira, nasceu em Salles de Oliveira, cidade próxima a Barretos, filho de pobres agricultores”, inicia o diretor Carlos Ribeiro. “Rosa de Cabriúna narra a decadência da família do Coronel Zé Inácio (que bem poderia ser parente dos Andrade) pelo registro da comédia. Vereda da Salvação narra o final trágico de um grupo de trabalhadores rurais sem-terra (que bem podiam ser parentes de Silva) pelo registro do drama”, afirma ele.

Nas duas peças, a figura do demônio é importante no desenvolvimento da trama: na comédia “Rosa” ele aparece em pessoa, protegendo as ações do bandido Fidélis, pivô da derrocada da família e, depois, traindo-o. Em “Vereda”, ele é uma ameaça invisível, que pode habitar os corpos e que gera a paranóia assassina no grupo de agricultores. Esta visão cruzada é muito interessante para os propósitos da Cia., além de alicerçar a sintaxe do grupo em dramaturgias consistentes, que servirão de norte para nossas futuras ações.

Jorge Andrade escreveu oito versões da peça, entre 1957 e 1963. A montagem da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí – a partir da versão estreada em 1964, no TBC com direção de Antunes Filho - localiza a ação na atualidade, de modo a ressaltar que os ingredientes que precipitaram a destruição daquele grupo, continuam disponíveis: a situação de abandono das populações menos favorecidas; a imensa desigualdade da distribuição das riquezas; a miséria e a ignorância adubando o fanatismo religioso; a manipulação das massas incultas por líderes duvidosos; a intolerância das religiões cristãs, travestida de misericórdia, semeando a divisão entre os homens.

No elenco estão Carlos Doles, Dalila Ribeiro, Rogério Vianna, Aninha Arruda, Antonio Ramos, Carlos Ribeiro, Fernanda Mendes, Erica Pedro, Adriana Afonso, Leila Carolina, Marcos Caresia, Camila Cattai, Daniele Silva, Hugo Muneratto e Iuri Proença. A direção é de Carlos Ribeiro, com cenografia de Jaime Pinheiro; figurinos de Carlos Alberto Agostinho e Lázaro Catel; maquiagem de Dalila Ribeiro; iluminação de Odilon Lamego; percussão de Carlos Ribeiro; contrarregragem de Carlos Alberto Agostinho e Lázaro Catel e consultoria artística de Marcelo Lazaratto.
SERVIÇO



Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí em “Vereda da Salvação”
Texto: Jorge Andrade – Direção: Carlos Ribeiro
Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415 – Tatuí-SP
Ingressos: R$ 10 (R$ 5 idosos, estudantes e aposentados); alunos e professores do Conservatório de Tatuí não pagam ingresso
Retirada de ingressos: de terça a sexta, das 15h às 19h, e nos dias de eventos até as 21h30
Informações: 15 32058444

Veja matéria feita por Deise Juliana na integra no site
Fotos de Kazuo Watanabe

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

1,2,3... QUANDO TUDO ACABA, COMEÇA OUTRA VEZ



Iniciou hoje a Mostra de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí, que terá apresentação de 10 espetáculos. Às 14h30 o Teatro Procópio Ferreira abriu suas portas para o público prestigiar o espetáculo da turma do 2º Semestre do Curso de Teatro Juvenil com direção de Fernanda Mendes.

É a primeira vez que a turma sobe ao palco para apresentar um espetáculo, o texto escolhido foi da magnífica Cláudia Schapira (tive o prazer em trabalhar com ela no Incenna Escola de Teatro e Televisão e acompanhei por fora a estruturação do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, poe esse motivo que acentuo a magnitude desse grande nome do cenário nacional). Voltando a apresentação de hoje e que muito me emocionou, a sutileza que a diretora Fernanda Mendes tratou a história de Ana, uma menina que se depara com a morte de seu avô.
No jogo cênico criado pela diretora e executado com maestria pelos atores tenho a dizer que é por espetáculos assim que simples e com grande entendimento emocional que chega á plateia que o Teatro de Formação de Atores direciona o futuro da Cena Teatral de todo o mundo.
Parabéns Fernanda Mendes, que transmite aos seus pupílos o que um grande mestre deve transmitir aos seus discípulos, afinal de contas 1,2,3... quando tudo acaba, começa outra vez...